segunda-feira, 1 de novembro de 2010

November has come


Novembro. Já estamos em novembro. Tenho que confessar: não vi outubro passar. Foi o mês mais rápido de todos que vivi, quando me toquei já era dia 31 de outubro.
O fim das aulas se aproxima, o verão já esta aí, milhões de aniversários também. Todas as crianças produzidas na época do carnaval se unem em festinhas para comemorar o novo ano. A programação para as comemorações do fim de 365 dias já se iniciam e as tias já se preparam para avisar que virão no natal.
Novembro é o último mês útil do ano. São 30 dias de despedidas e planos. É o mês do meu querido ascendente, ou seja, é culpa dele a quantidade de pessoas malvadas no mundo. Graças ao meu signo solar, não me encaixo nesse grupo maléfico e vingativo (haha).  É em novembro que puxamos as memórias do ano e as classificamos, para que em dezembro possamos fazer novas promessas. Agora a maioria das pessoas começa a sentir mais leve, ou pesada, dependendo da avaliação anual.
Nos guiamos pelos dias, então é inegável que a mudança de mês influencia nossos pensamentos e atitudes. Não temos os mesmos pensamentos de abril em dezembro e vice-versa. Em março o desejo nacional era que o verão acabasse, agora a reza é para que ele comece logo. Mas uma coisa é certa: todos querem férias! Desapego do trabalho, desapego das aulas, desapego de pessoas anuais que só não fazem diferença a partir de novembro.
Que assim seja! Novo mês para um ano velho. Que venham os sorrisos acompanhados de esperanças. Que venham as propagandas de natal e réveillon, que cheguem os feriados, aniversários de pessoas especiais e novos amores, oriundos da estação.

Novembro com sensação de deveres cumpridos, acima de tudo. 


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